Cesar Cielo visita Novos Cielos / Centro Olímpico e lança oficialmente Ano IV

O Ano IV do Novos Cielos apresenta projeto de natação consolidado

Os resultados do projeto Novos Cielos na piscina são a comprovação de que o trabalho esportivo feito com direcionamento técnico, por profissionais capacitados, em estrutura adequada e de forma continuada, rende frutos. Um bom exemplo é o último Paulista Infantil (11 a 13 anos), em que os Novos Cielos ficaram com o 2º lugar na classificação geral, com 34 medalhas (18 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze), somando 716 pontos, atrás do Corinthians e na frente do Sesi, grupos mais antigos. Outro indicador: o Instituto Cesar Cielo qualificou o seu primeiro nadador, da categoria juvenil, para um Mundial, em Indianápolis, em julho/2017.

Foto: Osvaldo F./Contrapé
Cesar Cielo, Equipe Multidisciplinar e atletas do Novos Cielos / Centro Olímpico Ano IV

O Novos Cielos ainda é um projeto jovem, mas grande parte dos resultados vem de atletas que já estavam no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) e ou desde o primeiro ano. Em seu Ano IV, aprovado pela Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, gerenciada pelo Ministério do Esporte, o Novos Cielos é um projeto do Instituto Cesar Cielo (ICC) – criado em 2010 com o objetivo de incentivar e aprimorar a prática da natação no Brasil. O Novos Cielos visa a saúde dos participantes, o hábito da prática esportiva, e a dar condições para que novos talentos sejam descobertos em boas condições de treino e competições.

São 135 crianças, adolescentes e jovens, que treinam e competem nas categorias Pré-Mirim, Mirim, Petiz, Infantil, Juvenil, Júnior e Sênior, separadas por níveis, dos 7 aos 21 anos. Eles não pagam para treinar e competir e o projeto ainda oferece 16 bolsas-auxílio (A – R$ 370,00; B – R$ 700,00 e C – R$ 975,00) para atletas federados, que competem, estudam e são assíduos. O projeto não beneficia atletas profissionais. Há uma preocupação com a metodologia adequada para cada categoria e uma ‘escadinha’ de formação, do Pré-Mirim ao Sênior.

Foto: Osvaldo F./Contrapé
Atletas da categoria Petiz do Novos Cielos / COTP – Ano IV

“O andamento do Ano IV está excelente. Estamos atendendo 135 atletas e não podemos parar. A captação para o Ano V já está aberta e vamos atuar para dar continuidade ao engajamento das empresas que nos apóiam e conhecem o projeto e por novas parcerias. O objetivo é aumentar o número de participantes para 200 e dobrar o número de profissionais envolvidos”, ressalta Alessandro Serrato, gerente do projeto Novos Cielos.

O hábito da prática esportiva não é disseminado no Brasil, embora seja importante para o futuro de crianças, adolescentes e jovens, independentemente deles se tornarem atletas profissionais. Se na elite da natação a obtenção de apoio financeiro é difícil, é mais ainda para as categorias de base.

O desenvolvimento do Novos Cielos tem base numa parceria do ICC com órgãos públicos e iniciativa privada. Tem a participação da Prefeitura de São Paulo, através do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), que proporciona as instalações – a piscina já foi usada e elogiada por atletas de elite como o próprio Cesar Cielo, campeão olímpico, mundial e recordista mundial dos 50 m e 100 m, estilo livre.

A Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal permite ao ICC atrair recursos para os Novos Cielos. A captação do dinheiro – o valor em execução no Ano IV é de R$ 792.689,97 – faz o projeto andar e os resultados aparecerem. A verba vem de empresas que direcionam parte do imposto devido ao desenvolvimento do esporte, como Atlas Schindler, Mattos Filho, HTH, Sabemi Seguradora e SporTV.

Foto: Osvaldo F./Contrapé
Equipe Multidisciplinar do Novos Cielos – Ano IV: Heleni, Alessandro, Cesar Cielo, Luiz, Paulo, Eric, Tamara, Drielle e Lucas.

Os recursos captados são investidos nos profissionais que atuam na beira da piscina, essenciais ao desenvolvimento do projeto. O quadro técnico tem a supervisão de Luiz Fernandes Barbosa, também o treinador das categorias Júnior e Sênior, e é formado por Drielle Morton (Pré-Mirim e Mirim), Tamara Rodrigues (Petiz), Eric Sona (Infantil), Paulo Onorato (Juvenil) e o estagiário Lucas Bulgarelli, do COTP. Respondem pela estruturação da rotina dos treinos esportivos (atividades teórica, prática e física) e acompanham os atletas em competições.

A equipe administrativa garante o bom andamento técnico do projeto, a divulgação para a sociedade, a visibilidade aos patrocinadores e o atendimento a exigências legais, como relatórios e prestação de contas (gestor, assistência técnica, jurídica, assessoria de imprensa e contábil).

Aprendendo a competir

Mas os atletas são os principais beneficiários. O dinheiro também é direcionado para a participação dos Novos Cielos em competições de São Paulo (estadual) e nacionais – os atletas de todas as categorias vivenciam, desde pequenos, o ambiente dos torneios de natação –, em gastos com transporte, hospedagem, alimentação etc. A verba ainda é usada para a compra de uniformes, toucas e materiais e equipamentos esportivos.

Foto: Osvaldo F./Contrapé
Atleta do Novos Cielos / COTP – Ano IV durante o treinamento

O Brasileiro Infantil, em novembro, é uma das futuras competições do grupo, que vai brigar por pódio. Matheus Assunção é um dos candidatos ao pódio nos 200 m borboleta e nos 200 m livre. “Estou treinando muito porque meus principais adversários são muito fortes. Tem atletas do Coritibano, do Serc/São Caetano, do Corinthians… Baixei os meus tempos no Regional nos 1.500 m, nos 400 m livre e nos 200 m borboleta. Melhorei demais desde que cheguei aqui. No Petiz eu nem sabia se ia querer levar a natação, mas eu estou vendo que posso seguir carreira na natação”, afirma Matheus, de 13 anos.

Oportunidade de ser campeão na vida

Cesar Cielo, campeão olímpico, tricampeão mundial e recordista mundial dos 50 m livre (é dono de 17 medalhas ganhas em Mundiais, de três medalhas olímpicas e 7 conquistadas em Pan-Americanos), criou o ICC para ‘devolver’ um pouco do sucesso que obteve com a natação. Está sempre em contato com os integrantes do projeto e deixou uma mensagem. Não sabe se o Novos Cielos terá campeões mundiais e olímpicos, mas acha que o esporte ajuda a formar cidadãos e pode abrir outras portas, como uma bolsa de estudos em universidades no Brasil e no exterior.

Foto: Osvaldo F./Contrapé
Cesar Cielo autografando a touca de um dos atletas do Novos Cielos / COTP – Ano IV

“O esporte é dedicação o tempo todo, é organização e cada um que veste a camisa é embaixador do Instituto. Eu espero que tenham o comportamento de campeões não só na piscina se dedicando ao esporte, mas tirando boas notas na escola, sendo pessoas honestas, íntegras, fazendo o certo quando ninguém está vendo – o certo é certo o tempo inteiro. Se vai sair daqui um campeão olímpico ou mundial eu não sei. Mas pode ser uma oportunidade – não conheço nenhum projeto de natação tão forte como o nosso, que pense tanto no atleta na parte de competição, de treinamento e de escola como a gente pensa. Então, aproveitem a oportunidade – e foi difícil chegar até aqui – e pensem nisso enquanto treinam. Sempre espero que a gente faça um grande trabalho, que vocês sejam grandes nadadores, grandes estudantes e representem o Instituto com muito orgulho.”

Para o núcleo do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, o Novos Cielos – Ano IV, é uma parceria entre o Instituto Cesar Cielo, o governo federal – por meio da Lei de Incentivo ao Esporte -, a Prefeitura de São Paulo e os patrocinadores Atlas Schindler, HTH, Mattos Filho, Sabemi Seguradora e SporTV.


CONTRAPÉ DE JORNALISMO – Heleni Felippe (MTB 13.507), e-mail: heleni@contrape.com.br, Tel.: (11) 3871 3708, (11) 7807 9058.

Cesar Cielo vence 50 m livre e fecha Finkel com quatro medalhas

O velocista ajudou o Pinheiros a levar o 14º título da competição brasileira e mostrou uma excelente performance na prova em que é campeão olímpico e tri mundial  Cesar Cielo fez uma excelente apresentação no Troféu José Finkel 2017, realizado em Santos (SP), em agosto. Levou o ouro nos 50 m livre, com a boa marca de 21s96, prova em que é campeão olímpico, tricampeão mundial e recordista mundial. Cielo ainda levou a medalha de bronze nos 100 m livre e nos 50 m borboleta e mais uma de ouro com o revezamento 4×50 m do Pinheiros. O clube foi o campeão do Troféu José Finkel, o segundo torneio mais importante do calendário nacional, com 2.469,50 pontos e grande superioridade sobre os demais participantes – o Minas Tênis foi o segundo, com 1.921,50 pontos, e a Unisanta o terceiro, com 1.751 pontos.
ECP Trofeu Jose Finkel 2017 - 12ago17
Troféu José Finkel
Cielo ouviu das arquibancadas os gritos de “o campeão voltou” e nadou abaixou dos 22 segundos para vencer os 50 m, com Italo Manzine em segundo (22s36) e Henrique Martins em terceiro (22s65). “Fiquei feliz por ter vencido a minha principal prova, muito satisfeito com a maneira como nadei. Nadar para 21 segundos é sempre bom. Foi minha melhor prova do campeonato. Estou contente por fechar o Finkel assim, por ser campeão de novo. Vou melhorando aos poucos até retomar minha forma. Agora é tirar umas férias, comemorar a medalha do Mundial e voltar a treinar no fim do ano ara 2018”, avaliou Cielo, que além do ouro olímpico (Pequim/2008) ainda tem uma segunda medalha olímpica, de bronze (Londres/2012), conquistada nos 50 m livre e o tricampeonato Mundial (Roma/2009, Xangai/2011 e Barcelona/2013). Cesar Cielo ainda venceu o revezamento 4×50 m livre, nadando com a equipe do Pinheiros, formada também por Gabriel Silva Santos, Pedro Spajari e Marcelo Chierighini, em 1min27s65. Nos 100 m livre, Cesar Cielo ficou com a medalha de bronze, empatado com o colega de clube Chirighini, ambos com o tempo de 49s47, atrás de Gabriel Santos 49s06) e Pedro Henrique Silva (49s13) – a prova teve quatro atletas do Pinheiros no pódio. A quarta medalha de Cielo na competição, de bronze, foi conquistada nos 50 m borboleta (23s78). O ouro ficou com Nicholas Santos (22s97) e a prata com Henrique Martins (23s8).
ECP Trofeu Jose Finkel 2017 - 12ago17
Troféu José Finkel: Cielo ajuda Pinheiros a vencer competição
Espelho para jovens talentos  A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) fez uma homenagem aos medalhistas do país no Mundial de Budapeste, valorizando a boa campanha da seleção com a entrega de uma placa comemorativa. Cesar Cielo integrou o revezamento 4×100 m livre que foi medalha de prata na competição mais importante da temporada. Cesar Cielo, ídolo da maioria dos jovens, tem sido o espelho para os velocistas mais novos do Pinheiros, como Gabriel dos Santos, Pedro Spajari, Breno Correia, Luiz Gustavo Borges e Rodolfo Moreira. Cielo e Gabriel estiveram no revezamento 4x100m livre que conquistou a medalha de prata no Mundial de Budapeste. Quando retomou a carreira, no início de 2017, Cielo revelou seu objetivo de ajudar os nadadores mais jovens, velocistas como ele, dividindo a piscina nos treinamentos e nas competições. No Troféu José Finkel, o campeão olímpico disse que o Brasil tem excelentes velocistas e que confia no crescimento de Gabriel, que integrou o revezamento de prata ao seu lado no Mundial de Budapeste. Gabriel observou que ouvir isso do ídolo é muito positivo. “Me sinto motivado (com o que o Cielo falou), gosto de treinar com o Cielo, ele dá toques que fazem com que eu melhore”, afirmou. Cesar Cielo é atleta do EC Pinheiros e tem patrocínio da Unimed.  

“A melhor medalha é a do revezamento”, comemora Cesar Cielo a prata do Mundial de Budapeste

“A melhor medalha é a medalha de revezamento. Como é bom ganhar com os amigos! Obrigado @gabrielssantos1 @mchierighini @brunofratus é uma honra representar o Brasil com voces! #selecaobrasileira #4x100livre #natacao #swimming“, publicou Cesar Cielo nas redes sociais, após a importante conquista da seleção brasileira no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de Budapeste, na Hungria, no domingo, dia 23/7/2017. O Brasil mostrou a força dos seus velocistas ao disputar a medalha de ouro, braçada a braçada com os Estados Unidos, com Gabriel Santos, Marcelo Chierighini, Cesar Cielo e Bruno Fratus, na ordem em que nadaram na prova. O Brasil ficou com a medalha de prata no revezamento 4×100 m do Mundial de Budapeste com 3min10s34, uma diferença minúscula para os americanos, de 0s28 (3min10s06). A Hungria ganhou a medalha de bronze nadando em casa (3min11s99).  
Brasil leva prata no revezamento com Gabriel, Bruno Fratus, Cesar Cielo e Marcelo Chieriguini (Foto: Satiro Sodré/SS Press)
Brasil leva prata no revezamento com Gabriel, Bruno Fratus, Cesar Cielo e Marcelo Chieriguini (Foto: Satiro Sodré/SS Press)
“Para mim, pessoalmente, foi um desafio. Eu estava treinando, desde fevereiro, só para os 50 m e nadar ao lado dos caras que estão na pegada desde a Olimpíada… Eu estava ansioso pra caramba. Esses três aqui são… Eles são os caras. Depois de um ano difícil para mim, não ter iso para a Olimpíada e o Brasil não ter pego nenhuma medalha na Olimpíada… O fato é que o 4×100 m livre é a prova mais importante da natação, prova em que a gente mostra a força da equipe. Eu achei que não iria mais pegar uma medalha no 4×100 livre na minha carreira… Essa geração, só tenho a agradecer. E é bom saber que essa geração vai representar o Brasil até 2024”, disse Cielo. O primeiro nadador do time foi Gabriel, que fez 48s30 e passou em terceiro, atrás de EUA e Hungria. Marcelo Chierighini veio em seguida e ganhou o segundo lugar terminando sua passagem em 46s85. O terceiro homem foi Cesar Cielo, que encostou no time americano com sua parcial de 48s01. Bruno Fratus, o último nadador, brigou com o americano Nathan Adrian até os metros finais, fez 47s18, sete centésimos mais forte que o americano, mas o Brasil foi prata, muito pertinho da favorita equipe dos EUA. http://sportv.globo.com/esportes-aquaticos/videos/v/cielo-e-fratus-se-emocionam-com-prata-da-equipe-brasileira-dos-4x100m-em-budapeste/6027234/  https://glo.bo/2trQbyg   O pódio do revezamento 4x100 m O pódio do revezamento 4×100 m. (Foto: Satiro Sodré/SS Press)
 

Cesar Cielo ganha a medalha que faltava em sua carreira no Mundial de Budapeste

A medalha do revezamento 4×100 m livre ganha pelo Brasil no Mundial de Budespeste, em julho de 2017, era mesmo a que faltava na carreira de Cesar Cielo – o campeão olímpico nos 50 m livre e ainda dono de mais duas medalhas olímpicas tem nada menos do que oito ouros ganhos em Mundiais, em piscina longa, todos eles conquistados em provas individuais. “A melhor medalha é a medalha de revezamento. Como é bom ganhar com os amigos! Obrigado @gabrielssantos1 @mchierighini @brunofratus. É uma honra representar o Brasil com vocês! #selecaobrasileira #4x100livre #natacao #swimming“, publicou Cesar Cielo nas redes sociais, após a importante conquista da seleção brasileira no XVII Mundial de Desportos Aquáticos, realizado em Budapeste, Hungria, no mês de julho de 2017 (em 23/7/2017). Foi um Mundial positivo para o nadador. Cielo ainda foi à final dos 50 m livre – ficou em oitavo lugar do mundo – com apenas seis meses de preparação. O Brasil mostrou a força dos seus velocistas ao disputar a medalha de ouro, braçada a braçada com os Estados Unidos, com Gabriel Santos, Marcelo Chierighini, Cesar Cielo e Bruno Fratus, na ordem em que nadaram na prova. O Brasil ficou com a medalha de prata no revezamento 4×100 m do Mundial de Budapeste com 3min10s34, uma diferença minúscula para os americanos, de 0s28 (3min10s06). A Hungria ganhou a medalha de bronze nadando em casa (3min11s99). “Para mim, pessoalmente, foi um desafio. Eu estava treinando, desde fevereiro, só para os 50 m e nadar ao lado dos caras que estão na pegada desde a Olimpíada… Eu estava ansioso, após um ano difícil, por eu não ter ido para a Olimpíada e o Brasil não ter pego nenhuma medalha na Olimpíada. Mas eles são os caras! O fato é que o 4×100 m livre é a prova mais importante da natação, em que se mostra a força da equipe. Achei que não iria mais pegar uma medalha no 4×100 m livre na minha carreira. Só tenho a agradecer essa geração e é bom saber que vai representar o Brasil até 2024″, disse Cielo. A prova foi incrível. O primeiro nadador do time foi Gabriel, que fez 48s30 e passou em terceiro, atrás de EUA e Hungria. Marcelo Chierighini pegou o segundo lugar terminando sua passagem em 46s85. O terceiro homem, Cesar Cielo, encostou bem no time americano (48s01 foi a parcial). Bruno Fratus, o último nadador, brigou com o americano Nathan Adrian até os metros finais, fez 47s18, sete centésimos mais forte que o americano. O Brasil foi prata, mas ficou muito pertinho dos favoritos EUA. A última medalha importante ganha pelo Brasil em piscina olímpica no 4×100 m foi um bronze, obtido pela geração de Gustavo Borges e Fernando Scherer, o Xuxa, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. No retorno ao Brasil, Cesar Cielo disse que ficou “muito feliz de estar de volta, com uma medalha na bagagem e mais uma final nos 50m livre”. “Tudo o que almejei para esta temporada, eu consegui nesse Mundial. Agora é continuar treinando para no próximo Mundial tentar nadar mais rápido. Não quero colocar pressão por enquanto. Agora é uma temporada de cada vez. É buscar nadar 21s6, 21s5, para brigar entre os melhores”, disse Cielo que vai focar na temporada de 2018.” Cesar Cielo tem agora 17 medalhas ganhas em Mundiais, oito delas de ouro, em piscina olímpica, conquistadas em Roma/2009, Xangai/2011 e Barcelona/2013, nos 50 m livre, 50 m borboleta e 100 m livre. A primeira medalha de Cielo em um Mundial foi de prata, ganha em Indianópolis/2004, mas em piscina curta, de 25 metros. Neste tipo de Mundial ainda tem um ouro (4×100 m livre) e um bronze (4×100 m medley), conquistadoss em Dubai/2010, e o ouro (4×100 m medley) de Doha/2014. Faltava um pódio em piscina longa que agora não falta mais. Cesar Cielo é nadador do EC Pinheiros e tem patrocínio da Unimed.
Cesar Cielo no Mundial
Cesar Cielo no Mundial
 

Cesar Cielo leva clínica de natação a Aracaju

Cesar Cielo passa experiência na CCSC
Cesar Cielo passa experiência na Cesar Cielo Swim Clinic (CCSC)
Nadadores adolescentes, profissionais e estudantes são o público da CCSC que conta com o campeão olímpico e multicampeão mundial e renomados especialistas na área São Paulo – Cesar Cielo, multicampeão olímpico e mundial da natação, leva a Cesar Cielo Swim Clinic para jovens nadadores, profissionais e estudantes, na Universidade Tiradentes de Aracaju (SE), de 11 a 14 de dezembro (2016). A clínica, desenvolvida nos últimos meses por Cesar Cielo e profissionais que atuaram com ele, é sobre o treinamento visando a performance. “Vamos abordar o aprimoramento da técnica de natação, mas muitos outros assuntos que vão além da piscina, como nutrição, preparação física, motivação… tudo, enfim, o que envolve o treinamento. Quero mostrar como funciona todo o treinamento na busca da performance”, enfatiza Cesar Cielo, detentor de três medalhas olímpicas e 11 títulos mundiais (nove deles em provas individuais), o que faz dele o melhor nadador brasileiro de todos os tempos. O programa da primeira CCSC terá Palestras motivacionais e por área, análises técnicas individualizadas, orientação nutricional e sobre preparação física para nadadores, treino de velocidade com o sistema Lumalanes, minicursos exclusivos para profissionais de Educação Física e Nutrição. Os outros profissionais envolvidos com a clínica são o prof. Dr. Marcelo Saldanha Aoki, da nutrição, o prof. Dr. Charles Ricardo Lopes, da preparação física e treinamento e o treinador Regis Menica. “Estamos bem empolgados com o número de inscrições que recebemos. Vamos fazer esse ‘piloto’ em Aracaju, mas a ideia é que esse formato seja o final para a CCSC. São quatro dias de clínica e, no último dia, vamos terminar com uma tomada de tempo. Estou bem feliz, eu montei o formato juntamente com alguns profissionais renomados da área. Vou abordar o máximo que eu conseguir nesses quatro dias para que todos que participarem saiam mais bem preparados e com mais conhecimento sobre como funciona o esporte de alto nível”, acrescenta Cesar Cielo. Informações e preços sobre a clínica de Aracaju podem ser obtidas com Mateus Correia – e-mail: mateuscorreia@uol.com.br e cel: (079) 99968 3726. Cesar Cielo é atleta da Fiat/Minas, tem patrocínio da Gatorade, adidas, Embratel, Furnas, Jeep e Correios. <i>Siga também facebook.com/CesarCielo</i>

Cesar Cielo comemora Novos Cielos em Santa Bárbara e fala sobre natação e carreira

Campeão olímpico e mundial falou na apresentação do novo núcleo do projeto do Instituto Cesar Cielo

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  Santa Bárbara D’Oeste – Cesar Cielo, campeão olímpico e mundial, esteve presente nesta quarta-feira (12/10/2016) na apresentação do segundo núcleo do Novos Cielos, projeto de seu instituto, em sua cidade natal, Santa Bárbara D´Oeste. Além da participação no evento, o recordista mundial dos 50 m e 100 m livre falou com os jornalistas pela primeira vez desde o Troféu Maria Lenk, realizado em abril, no Rio. O nadador afirmou que voltou a nadar após acompanhar a Olimpíada pela televisão, mas disse que não tem previsão de retorno às competições. Também contou um pouco de suas atividades nos últimos meses. A seguir, os principais tópicos da conversa: Futuro Decidi dar uma pausa nas competições. Não competi desde o Maria Lenk e não tenho previsão. Mas dei uma acelerada na parte fora da água, com alguns projetos que estava planejando. Nunca vou deixar de ter contato com a água, são 22 anos dentro da piscina. É lá a minha meditação. Tenho mantido contato com água, mas estou deixando as coisas acontecerem naturalmente. No ano passado vivi uma fase em que me questionei se continuava ou não, e quando o ciclo terminou para mim, fiquei em uma certa paz. Era a hora de dar um tempo mesmo, foi difícil treinar este ano. Meu lado competitivo sempre vai existir, está vivo em mim. Mas só posso voltar se tiver a certeza de que quero voltar, porque trabalho a mil por cento. Tenho que estar disposto a pagar qualquer preço, como sempre fiz. E essa vontade vai aparecer de forma natural. Instituto Cesar Cielo A ideia do Instituto é ajudar na renovação, oferecer uma oportunidade. A natação do interior – que posso dizer que é o maior celeiro da natação brasileira – está praticamente acabada. Hoje, a gente vê os torneios com 250 atletas, da categoria petiz a sênior. Na minha época eram 300, 400 atletas só nas categorias petiz e infantil. Entramos em uma regressão. O Chico Piscina acabou esta semana e a gente viu alguns resultados significativos. Dali pode sair o time de 2020, 2024. Meu primeiro sonho era trazer o Instituto para Santa Bárbara D’Oeste. O meu segundo sonho era trazer uma equipe de alto rendimento para a cidade. Quem sabe a gente não faz de Santa Bárbara a Saquarema da natação(referência ao centro de treinamento do vôlei) e o treinamento da seleção para 2020 não seja aqui? A criação do Instituto Cesar Cielo Quando eu voltei dos Estados Unidos disse aos meus pais que precisava criar um instituto. As medalhas, por mais bacana que sejam, efetivamente não mudam as coisas. Então pegamos o formato de uma instituição americana, do Alabama, e colocamos na natação, porque é o que sabemos fazer. Aprendemos bastante porque não fazíamos ideia de como isso funcionava no Brasil e posso dizer que, hoje, minha mãe (Flávia Cielo) virou expert em projeto social e é o que ela mais gosta de fazer. Tenho a sensação de que é uma obrigação minha fazer isso, mesmo que eu não faça por obrigação. Mas me sentiria muito vazio se não fizesse nada. Não espero que daqui saia um campeão olímpico, mas espero poder ajudar, que seja com uma bolsa no colégio, em uma faculdade… Em São Paulo já conseguimos mandar três meninos para os Estados Unidos, com 100% de bolsa acadêmica. Se no passo a passo chegarmos a ter alguém que vá para uma Olimpíada, a gente vai para cima. Mas o principal é auxiliar no rumo que a vida deles for tomando e fazer enquanto tiver patrocínio, ajuda externa. Atividades dos últimos meses Sou acelerado, fiz muitas coisas. Não paro de pensar. Fiz algumas palestras e tem mais uma no fim do mês. Também formatei uma clínica que vou dar em duas cidades. Em casa, o menininho está dominando. TV está complicado, já decorei as musiquinhas dos desenhos. A sala está colorida, cheia de brinquedos. Desde o Maria Lenk já li uns 13 livros, vou achando coisas para fazer quando o nenê está dormindo. E tem sido bacana essa parte de querer mudar as coisas fora da água, com a molecada aqui e no Centro Olímpico (dos Novos Cielos). Olimpíada do Rio Assisti todas as provas. Sobre os tempos da Olimpíada, fiquei surpreso com alguns resultados, mas não com os do Anthony Ervin (campeão dos 50 m). Naquela prova, fez o dele e ninguém fez melhor. O tempo semifinal do Florent Manaudou ganharia a prova, mas Olimpíada e Mundial é a hora de saber executar a melhor prova. Foi uma final forte, mas não vi pelo lado de “beleza, posso voltar, estou no páreo com os caras”. Assisti para ver se sentia saudades. Quando assisti o revezamento estava arrancando a TV do móvel, estava pirando em casa. Comecei até a pensar se eu não deveria estar na borda da piscina, ajudando nessa parte externa. Eu queria que eles nadassem bem, fizessem uma grande prova. Com o Thiago Pereira… Nossa, foi a prova mais difícil de assistir. Eu e ele vamos entrar nessa fase de se nadar vai ser por prazer, ultrapassar essa fase de ter o peso de representar alguém. Um dia a natação competitiva vai acabar, mas não a relação com a natação. Quem sabe ainda não quebro uns recordes mundiais master? Natação brasileira na Olimpíada Acho que foi um recorde de finais. É um grupo relativamente jovem. O mais velho era o Thiago Pereira. A medalha foi um resultado que faltou para a gente ficar um pouco mais tranquilo. Mas não foi tão ruim quanto parece. A natação está em uma fase de transição, já passamos por outras. A transição de gerações é muito deficiente. Sempre brinquei com o pessoal da França que não dá para aguentar os franceses! Primeiro eram o Alain Bernard e o Fred Bousquet. Daí vieram o Manaudou e o Yannick Agnel. Para 2020, vão ser outros dois. A gente precisa fazer como os caras. Na minha prova, olha a Austrália: em 2008, era o Eamon Sullivan; em 2012, o James Magnussen. Em 2016, foram o Kyle Chalmers e o Cameron McEvoy… Sempre renovando, sempre aparecendo gente nova. Precisamos aprender essa fórmula. Não dá para ficar empurrando nas costas do Thiago Pereira, que está na Olimpíada desde 2004, ficar todo o peso em cima da prova dele. Ausência Se quisesse dar uma pausa, precisava ficar longe do meio. Precisava ficar um tempo fora para recarregar as energias nessa parte de vida comum, que eu nunca respeitei porque minha prioridade sempre foi fazer o melhor no esporte. Não queria ter agenda fixa, queria tirar essa rotina da minha vida. Mas a verdade que eu sinto falta dela. Sou um cara regrado, sempre fui. Mas nunca tive um momento de relaxar. Então, tirei esse momento para mim, para curtir meu filho, Desde 2004, foi o primeiro semestre que eu tirei para fazer o que eu quero, na hora que eu quero. Foi importante, mas estou sentindo falta da rotina. Acho que, principalmente neste semestre, percebi que o ser humano odeia ser forçado. A gente tem de se sentir levado, atraído… Cesar Cielo é atleta da Fiat/Minas, tem patrocínio da Unicred, Gatorade, adidas, Embratel, Furnas, Jeep e Correios e apoio do Bolsa Pódio/Ministério do Esporte e Time Brasil.

Cesar Cielo nada os 100 m para entrar no Maria Lenk, mas o foco é nos 50 m livre

O velocista vai brigar por índice na prova em que é campeão olímpico e tricampeão mundial no último dia de competições no Rio
Cesar Cielo disse que está se sentindo bem para encarar os 50 m livre
Cesar Cielo disse que está se sentindo bem para encarar os 50 m livre
Rio de Janeiro – O velocista Cesar Cielo entrou na disputa do Troféu Maria Lenk pelos 100 m livre, nesta segunda-feira (18/4/2016), no Parque Aquático Olímpico, no Rio. Cielo fez o sexto tempo das eliminatórias – 48s97 -, e avaliou o resultado como positivo. Não treinou para a distância e competiu apenas para estrear, já que o foco é a briga pelo índice nos 50 m livre na quarta-feira (20/4), com eliminatórias a partir das 9h30 e finais às 17 horas. “É guardar energia para os 50 m livre”, afirmou Cielo, da Fiat/Minas. “Foi bom. Eu vim com a expectativa de tentar fazer 48s nos 100 m e saiu 48s97. Está dentro do que estávamos programando. Eu não treinei para essa prova. Para falar a verdade estava até um pouco ansioso com a estratégia porque a gente não chegou nem a competir muito os 100 m livre, mas acho que foi bom. Tirei uma prova boa para esse horário das 9h30. Mas vou focar na quarta-feira que é o objetivo principal da temporada”, disse o campeão olímpico, fazendo uma avaliação dos 100 m. A preparação de Cesar Cielo para a temporada visa a conquista de índice nos 50 m livre. “Estou me sentindo muito bem, estou pronto para nadar bem. É só colocar em prova, executar de uma forma boa e, se Deus quiser, conseguir essa vaga. Acho que a minha saída voltou a ser como era antes, estou com mais confiança para os primeiros 15 metros. Então o objetivo é fazer 21s8. Acredito que seja suficiente. Se não for também, daí foge um pouco do meu controle, mas a ideia é nadar para 21 segundos na quarta-feira e garantir a vaga.” Sobre o revezamento 4×100 m livre, Cesar Cielo disse que a prioridade é estar no time. “Mais do que conquistar a vaga entre os cinco, tenho de estar lá.” E aprovou a piscina do Parque Aquático Olímpico. “É uma piscina muito boa, padrão de Mundial. O Brasil está pronto para receber uma grande competição. Está faltando um pouco de área livre aqui embaixo, mas está bom”, acrescentou. Cesar Cielo é atleta da Fiat/Minas, tem patrocínio da Unicred, Gatorade, adidas, Embratel, Furnas, Jeep e Correios e apoio do Bolsa Pódio/Ministério do Esporte e Time Brasil.

Cesar Cielo vai brigar por vaga na seleção olímpica no Maria Lenk

O campeão mundial e olímpico está no Rio, conheceu a nova piscina do Parque Aquático e nada os 50 m livre na quarta-feira: “Sei o que tenho de fazer aqui e agora é só colocar em prática. Chegou a hora!”
Cesar Cielo focou o Maria Lenk em sua preparação
Cesar Cielo focou o Maria Lenk em sua preparação
São Paulo – Cesar Cielo está no Rio para o desafio de brigar por vaga olímpica nos 50 m livre no Troféu Maria Lenk de Natação, o evento-teste do Parque Aquático Olímpico, que começa nesta sexta-feira (15/4). A disputa dos 50 m livre será na quarta-feira (20/4), último dia do programa de provas (eliminatórias a partir das 9h30 e finais das 17h30). Cesar Cielo ainda nada os 100 m livre na segunda-feira (18/4). O Troféu é a última seletiva da natação brasileira para os Jogos Rio 2016. Também é a disputa de clubes do Brasil e terá a presença de nadadores de 11 países. Cielo integra a Fiat/Minas. Em seu primeiro contato com o Parque Aquático, nesta quinta-feira (14/4), aprovou a piscina. “A gente tem um padrão de piscina para eventos como Mundiais e Olimpíadas e é sempre o mesmo. Tem 50 metros, tem água, então… está pronta para a gente nadar rápido. Espero que saiam grandes tempos, já neste Maria Lenk, daqui. Está tudo muito bonito e espero que a natação represente bem o Brasil aqui em casa”, afirmou Cielo. Campeão olímpico, tricampeão mundial e recordista mundial dos 50 m livre, Cielo se preparou para o Maria Lenk no Arizona, Estados Unidos, para onde foi em janeiro, com o técnico Scott Goodrich, com quem já trabalhou após os Jogos Olímpicos de Londres 2012 para os Mundiais de Barcelona, em 2013, e de Doha, em piscina curta, em 2014, tanto em São Paulo quanto no Arizona. “Está tranquilo! Não tem muito segredo não. Na natação, apesar de a gente competir entre a gente, o primeiro grande competidor que temos somos nós mesmos. É a gente na nossa raia, contra a parede… torcendo para que o nosso resultado dê certo. Estou tranquilo do que eu tenho de fazer: bater na borda, deixar um bom tempo e, espero, que seja o suficiente. Vou fazer a minha parte para entrar no time, na quarta-feira, nos 50 m livre”, resumiu, ao SporTV, sobre o desafio de buscar o índice para a Olimpíada. A marca fixada é de 22s27. Mas será preciso estar entre os dois melhores em cada prova para ficar com a vaga. A respeito de possíveis mudanças em sua preparação para enfrentar o desafio de não ter o índice, Cesar Cielo disse que não teve nada de diferente. “Eu já passei por vários tipos de pressão, estou tranquilo. Sei o que tenho de fazer aqui e agora é só colocar em prática. Chegou a hora!”. Cielo pediu apoio da torcida. “Torçam pela gente! Vamos colocar grandes provas aqui na piscina e espero ver vocês em agosto.” Cesar Cielo é atleta da Fiat/Minas, tem patrocínio da Unicred, Gatorade, adidas, Embratel, Furnas, Jeep e Correios e apoio do Bolsa Pódio/Ministério do Esporte e Time Brasil.

Cesar Cielo treina nos Estados Unidos e mira Maria Lenk

O campeão olímpico e mundial dá continuidade a sua preparação na temporada no Arizona (EUA), com Scott Goodrich; próximo desafio será ir atrás da vaga olímpica

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Cesar Cielo dá sequência a preparação no Arizona
  São Paulo – O nadador Cesar Cielo, campeão olímpico e mundial e recordista mundial dos 50 m livre, dentre tantos outros títulos, segue com sua preparação no Arizona, Estados Unidos, para a briga pela classificação para os Jogos Olímpicos do Rio. Cielo inicia, nesta semana de janeiro (11 a 15/01/2016), um período de treinamento com Scott Goodrich, com quem já trabalhou após os Jogos Olímpicos de Londres, para os Mundiais de Barcelona, em 2013, e de Doha, em piscina curta, em 2014, tanto em São Paulo quanto no Arizona. “Foi o lugar em que treinei e obtive sucesso tanto para o Mundial de Barcelona quanto para o de Doha. Voltar a treinar com o técnico com quem eu ganhei o meu terceiro título mundial (nos 50 m livre) faz sentido”, afirmou Cesar Cielo. O brasileiro terá como base nos próximos meses a piscina do Phoenix Swim Club, que revelou Gary Hall Jr (cinco vezes campeão olímpico entre 1996 e 2004). Scott Goodrich é técnico do Scottsdale Aquatic Club. Nos Estados Unidos, Cesar Cielo estará mais próximo de competições e poderá testar sua preparação. O Troféu Maria Lenk, segunda seletiva olímpica para os nadadores brasileiros, será em abril, no Rio de Janeiro.
Cesar Cielo treina visando ao Maria Lenk
Cesar Cielo treina visando ao Maria Lenk
Cesar Cielo é dono de 16 medalhas ganhas em Mundiais, 6 de ouro em piscina olímpica (Barcelona/2013, Xangai/2011 e Roma/2009), é recordista mundial dos 50 m livre (20s91) e dos 100 m livre (46s91); campeão olímpico dos 50 m livre (Pequim/2008), medalhista de bronze nos 100 m livre (Pequim/2008) e nos 50 m livre (Londres/2012). Cesar Cielo é atleta da Fiat/Minas, tem patrocínio da Unicred, Gatorade, adidas, Embratel, Furnas, Jeep e Correios e apoio do Bolsa Pódio/Ministério do Esporte e Time Brasil.