Cielo termina Maria Lenk com 5 ouros, melhor tempo do mundo e recorde sul-americano

Pódio do revezamento 4x100 m medley (Foto: Fernando Azevedo)
 
Cielo vibra e comemora título para o Flamengo (Foto: Fernando Azevedo)
  O campeão olímpico e mundial venceu os 50 e os 100 m livre, os 50 m borbo e, com o time do Flamengo, o 4×100 livre, o 4×100 medley e ainda foi prata no 4×50 livre Rio de Janeiro – O campeão olímpico e mundial Cesar Cielo encerrou o Troféu Maria Lenk, neste sábado, no Rio, com mais uma medalha, a sua quinta na competição, desta vez com a equipe do Flamengo no 4×100 m medley (3min36s10). Numa final de prova eletrizante, Cielo pulou na água com o Flamengo atrás e foi buscar o ouro para o clube nadando contra Marcelo Chierighini, do Pinheiros. O time Rubro-Negro teve o americano Eugene Godsoe (costas), Henrique Barbosa (peito), Felipe Nunes (borboleta) e Cesar Cielo (livre). O Pinheiros ficou em segundo (3min36s60) e o Minas, em terceiro (3min41s72). Cielo ainda comemorou o título de campeão do Flamengo, que o clube não conquistava desde 2002. Cielo terminou o Maria Lenk com seis medalhas, cinco de ouro e uma de prata. Fez uma boa competição ao vencer os 50 m livre com o melhor tempo do mundo no ano e da carreira na era pós-traje – 21s38 – e bater o recorde sul-americano nos 50 m borboleta (22s76). Também venceu os 100 m livre (48s28) e, com os revezamentos do Flamengo, ficou com o ouro no 4×100 m livre, a prata no 4×50 m livre e o ouro no 4×100 medley. O Flamengo fez 2.152,5 pontos, com Pinheiros em segundo (2.070 pontos), o Corinthians em terceiro (1.939,5) e o Minas Tênis em quarto (1.812). Cielo comemorou o bom resultado do Flamengo. “Foi um projeto que começou em 2010, quando a Patrícia Amorim idealizou a retomada da natação do Flamengo, a natação mais vitoriosa do Brasil, e dois anos depois estamos aqui. A natação do Flamengo voltou. Hoje nadei pelo time, não era para mim (falou sobre o bom tempo de 47s67 no revezamento). Esse ouro no revezamento foi a cereja no bolo. Estou muito feliz”, disse Cielo. Cielo fez um balanço positivo da participação no Maria Lenk. “Foi uma boa competição para mim, ótima para o grupo de treinamento de elite PRO 16 (Projeto Rumo ao Ouro em 2016), que saiu daqui com um saldo bem positivo, e para o meu clube, o Flamengo. Individualmente, fiquei bem feliz com os 50 m livre e não gostei do tempo dos 100 m livre. Mas também é bom para saber o que temos de melhorar. Talvez tenha faltado uma folga antes dos 100 m livre, mas foi muito boa a competição com eliminatórias pela manhã e finais à noite”, avaliou Cesar Cielo, que descansa apenas três dias antes de retomar a preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. Para o técnico Alberto Silva, o Albertinho, que comanda o PRO 16, o objetivo foi “parcialmente” atendido com Cesar Cielo. “Vamos fazer um balanço, mas o programa de provas é novo – eu ajudei a fazer – e nós (técnicos e atletas) estamos achando que ficou um pouco pesado para os velocistas. Não é dar desculpas para o resultado dos 100 m. Mas os velocistas, além das provas individuais, disputam os revezamentos pelos clubes, ainda mais neste ano em que a briga foi acirrada, com todo mundo disputando pontos.” Albertinho acrescentou que a conclusão foi tirada porque tanto nos 100 m livre feminino quanto no masculino todos foram mal na final. Prova “Frankstein” Albertinho acredita, pelo que tem visto nos treinamentos e em competição, que Cielo vai fazer um bom resultado nos 100 m livre nos Jogos Olímpicos de Londres. “O resultado planejado para o Cesar nos 100 m livre está dentro dele, só não conseguiu realizar aqui. Vamos seguir trabalhando nisso. Eu sei quando o resultado está dentro do cara.” Albertinho sabe que Cielo é exigente e, por isso, se cobra. “O Cesar é muito consciente. Ele sabe o que pode realizar. Tem mesmo é que ser exigente e não quero mudar isso. Sei da capacidade dele e que o resultado está lá, guardado, e uma hora vai sair.” Quanto aos 50 m livre, Albertinho definiu como excelente o tempo que Cesar Cielo fez no Maria Lenk – 21s38 -, mas disse que está projetando um tempo um pouquinho menor. E explicou que isso é provado pela prova “Frankstein” montada por ele. “Pegamos vários trechos de provas que o Cesar realizou – a melhor saída, com o melhor tempo de reação, os melhores 15 m iniciais, o melhor nado limpo, a melhor chegada, e nossa projeção de tempo era um pouco menor. Não quero ser presunçoso porque gostamos muito do resultado dos 50 m livre, mas sei que pode ser um pouquinho menos.” Cesar Cielo é atleta do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel, Correios, Audi, Gatorade e Arena.

Cesar Cielo leva quarto ouro para o Flamengo

    O velocista ganhou os 100 m livre no Troféu Maria Lenk e ainda terminou o dia com a prata, nadando com o Rubro-Negro o revezamento 4×50 m livre Rio de Janeiro – Cesar Cielo ganhou mais uma medalha de ouro, desta vez nos 100 m livre (48s28), no Troféu Maria Lenk, nesta sexta-feira (27/4), no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio. Marcelo Chierighini ficou com a medalha de prata (49s05) e Frederick Bousquet com a de bronze (49s14). Foi o quarto ouro de Cesar Cielo na competição – já havia ganho os 50 m livre (com o melhor tempo do mundo no ano e da carreira – 21s38), os 50 m borboleta, com recorde sul-americano (22s76), e o revezamento 4×100 m livre, com o Flamengo. Cielo queria nadar seu melhor tempo na era pós-traje – 47s84 -, do Pan-Americano de Guadalajara, mas não fez uma boa prova. “Foi uma prova doída. Todo mundo piorou. A final, como um todo, foi muito lenta. Algumas coisas poderiam ter sido melhores… Os primeiros 25 metros foram muito lentos para mim. Vou tentar nas próximas competições, até a Olimpíada, acertar os detalhes para melhorar o meu tempo lá”, disse Cielo. O velocista entendeu que o tempo decorrido entre o comando do árbitro “às suas marcas” e o sinal de largada foi diferente do usual. “Eu, pessoalmente, não gostei muito do timing da saída, mas fiz uma prova muito pobre. O maior erro foi meu. Vamos ver se mais para a frente consigo melhorar essa prova e baixar o tempo para tentar pegar uma medalha em Londres.” Cielo disse que é difícil nadar várias provas ao mesmo tempo. “Precisa estar com o preparo físico muito bom. Não é fácil estar bem a toda hora e está começando a pesar, uma simulação boa do que pode acontecer na Olimpíada. É bom começar a estudar como podemos nos recuperar para chegar às provas finais com gás.” Cielo não chegou aos 47s84, seu melhor tempo na era pós-traje, mas levou o seu quarto ouro na competição. “Bater na frente é muito importante. Ganhar a competição é importante, conquistar pontos para o Flamengo. Agora, é nadar o revezamento (4×100 m medley) para terminar a competição e aí, na semana que vem, com a cabeça mais fria, fazer uma análise mais consciente desta competição e achar os pontos para melhorar nessa prova.” No revezamento 4×50 m livre, o Flamengo, com Nicholas dos Santos, Cesar Cielo, Thiago Sickert e João de Lucca ficou com a medalha de prata (1min27s99), atrás do Pinheiros (1min26s68) e à frente do Minas Tênis (1min30s76). “O revezamento foi dentro do que a gente estava esperando. Agora, o restante é com a galera. É torcer para conseguirem segurar o Flamengo na briga pelo título para podermos levantar a taça.” O Pinheiros lidera a competição com 1.799 pontos. O Flamengo vem em segundo, com 1.695,50 pontos, seguido pelo Corinthians, com 1.597,50. Cesar Cielo é atleta do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel, Correios, Audi, Gatorade e Arena. Mais informações: www.cesarcielo.com.br. Siga também no http://twitter.com/cesarcielo e www.facebook/CesarCielo

Cesar Cielo bate recorde sul-americano dos 50 m borboleta

 
Cielo ainda nada os 100 m livre nesta sexta-feira (Foto: Fernando Azevedo)
Cielo ainda nada os 100 m livre nesta sexta-feira (Foto: Fernando Azevedo)
O velocista comemorou também o tempo do companheiro Nicholas Santos e disse que vai pensar em investir numa dobradinha no Mundial de Barcelona, em 2013 Rio de Janeiro – Um dia depois de fazer o melhor tempo do mundo no ano nos 50 m livre, Cesar Cielo voltou ao pódio no Troféu Maria Lenk, no Rio, nesta quinta-feira (26/4), desta vez para receber a medalha de ouro dos 50 m borboleta, com direito a recorde sul-americano. Cielo venceu a prova com 22s76, mas comemorou mesmo o tempo do companheiro de Flamengo Nicholas dos Santos, de 22s79, que também ficou abaixo do tempo anterior para o recorde (22s87). O velocista ainda levou mais um ouro com o revezamento 4×100 m livre do Flamengo, com os companheiros João de Lucca, Eugene Godsoe e Thiago Sickert. “Fiquei muito contente com a prova, mais ainda pelo resultado do Nicholas do que com o meu. Acho que foram os três centímetros que eu tenho a mais do que ele que fizeram a diferença e o vento a favor na hora da prova. Eu queria fazer esse tempo no Mundial de Xangai, no ano passado, mas o estresse não permitiu. Mas podemos começar a pensar numa dobradinha do Brasil para o ano que vem, no Mundial de Barcelona. Estou feliz pelo Nicholas porque treinamos juntos todos os dias – travamos uns duelos no borboleta – e, além de meu amigo, é um cara que me desafia a ser um atleta melhor.” Cielo disse que buscou na prova, que não é olímpica, e no recorde, que vale bônus, “conquistar pontos para o Flamengo dar uma garantida no primeiro lugar da competição”. “Tudo que eu fizer a mais para garantir uns pontinhos extras é muito válido”, acrescentou. Cielo disputará os 100 m livre nesta sexta-feira (27/4), no Troféu Maria Lenk, com eliminatórias às 9h30 e finais a partir das 19 horas. Pela manhã, Cielo havia feito o terceiro tempo (23s75), atrás do brasileiro Glauber Silva (23s45) e do francês Fred Bousquet (23s55), que está nadando o Maria Lenk. “Depois dos 50 m livre, foi muito difícil baixar toda a energia para dormir (de quarta para quinta-feira). Acabei tendo uma noite movimentada. Nos 100 m, quero fazer o melhor tempo, baixar os 47s84 do Pan-Americano (de Guadalajara/2011). Vou tentar encaixar uma boa prova. Pensar que, mesmo tendo nadado os 50 m borboleta e o revezamento 4×100 m na véspera e estar cansado, eu possa fazer um bom 100 m. Vamos ver o que sai. Estou na melhor competição da minha vida e quero continuar nessa pegada amanhã (sexta-feira, 27/4).” No revezamento, que encerrou o programa de provas desta quinta-feira (27/4), o Flamengo levou o ouro, o Pinheiros, a prata (3min19s17) e o Corinthians, o bronze (3min20s19). “Estou bem cansado, mas bem satisfeito. Mesmo sem o Nicholas, que é o nosso segundo melhor nadador dos 100 m, ganhar foi muito bom. O grupo está com uma boa cabeça para a gente levantar essa taça para o Mengo no sábado. É uma rivalidade saudável entre as equipes. Somos companheiros de seleção há muitos anos e dá para brincar, nós, do Flamengo, com o Kaio Márcio, do Fluminense, o Thiago, do Corinthians. Acho que a natação brasileira está em alta, com os clubes fortes”, disse Cielo. O Flamengo lidera a competição com 1.315,50 pontos, à frente de Pinheiros (1.279) e Corinthians (1.276,50). Cesar Cielo é atleta do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel, Correios, Audi, Gatorade e Arena.

Cesar Cielo faz melhor marca da vida na era pós-trajes e vai ao topo do ranking

 O velocista nadou os 50 m livre em 21s38 – antes sua melhor marca era 21s52, do Mundial de Xangai: tempo aumenta confiança para a Olimpíada

Rio de Janeiro – O velocista Cesar Cielo ganhou confiança para o seu objetivo máximo de ganhar mais uma medalha de ouro olímpica nos Jogos de Londres nos 50 m livre, ao vencer a prova no Troféu Maria Lenk, nesta quarta-feira (25/4), no Rio, em 21s38, com o melhor tempo de sua vida na era pós-trajes e do ano no mundo. Cielo voltou ao topo do ranking mundial dos 50 m livre e levou o ouro para o Flamengo. “Foi o melhor tempo da minha vida. A grande diferença para Londres vai ser raspar na lâmina, passar barbeador, e também a parte mental, a adrenalina mais alta. Tenho ainda essa cartinha na manga”, disse Cielo, que dividiu o pódio com o brasileiro Bruno Fratus, prata (21s76), e o francês Fred Bousquet, bronze (21s79). Nadar a prova em que foi campeão olímpico em Pequim/2008 tão rápido agora só aumenta a confiança de Cesar Cielo para os Jogos de Londres. “Me sinto mais confortável por saber que vou nadar assim de novo. Agora, é esperar coisa melhor para Londres.” Cielo tomou o posto que era do australiano James Magnussen na ponta do ranking mundial (21s74) e que já havia sido tomada por Bruno Fratus, nas eliminatórias desta quarta (21s70) pela manhã. “Não estou mandando recado, não estou nadando para ganhar dele. Estou nadando para minha autoconfiança, para chegar em Londres com tudo.” Na mira, o recorde olímpico “Estou muito satisfeito. Tinha mirado um tempo um pouquinho menor hoje, mas é bom saber que estou esperando para raspar com barbeador, que a adrenalina da Olimpíada vai ser maior, tenho uma janelinha ainda. É um tempo muito bom, espero que o Albertinho tenha gostado também, porque ele está um pouco mais ambicioso do que eu. O Albertinho cantou um tempo baixo para hoje (21s33). É trabalhar um pouco mais os detalhes”, disse Cielo sobre Alberto Silva, técnico que comanda o Projeto Rumo ao Ouro em 2016, o PRO 16, grupo de treinamento de elite que reúne nadadores de vários clubes brasileiros. Cielo acredita que pode mirar o recorde olímpico, de 21s30, que é dele mesmo. “Acho que dá para pensar em bater o meu recorde olímpico em Londres. Fiquei a oito centésimos do recorde olímpico que fiz em Pequim. Estou um pouquinho ambicioso, mas seria uma boa mira, principalmente na final, que é um momento tenso. Vou tentar mirar isso aí e ver se consigo escrever o meu nome em cima do meu nome.” Pela manhã, Cielo fez o segundo melhor tempo das eliminatórias, com 21s78. E disse que aproveitou para simular o que vai ocorrer na Olimpíada. Imaginou um cenário em que acordaria cansado e precisaria respirar uma vez. “Foi uma ideia interessante a do Albertinho, porque eu vou nadar a final dos 100 m antes das eliminatórias dos 50 m.” Cielo ainda disputará os 100 m livre, sexta-feira, no Troféu Maria Lenk. Um repórter quis saber se vai dar Flamengo ou Corinthians e o velocista observou que o seu time veio mais forte este ano. “Estou fazendo o máximo e esperando que venha uma coisa boa por aí.” Cesar Cielo é atleta do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel, Correios, Audi, Gatorade e Arena.

Cesar Cielo tem objetivo ambicioso na estreia no Maria Lenk

O velocista quer ser bem rápido nos 50 m livre, sua primeira prova na principal competição do País, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio  
Cielo foi ao Maria Lenk para aquecer e se preparar para a estreia
Rio de Janeiro – Cesar Cielo disse que fez planos ambiciosos para os 50 m livre no Troféu Maria Lenk – o velocista estreia na competição na prova em que é campeão olímpico e bicampeão mundial nesta quarta-feira (25/4). As eliminatórias, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio, serão disputadas a partir das 9h30 e os oito mais bem classificados fazem a final à noite, a partir das 19 horas. “A ideia é fazer o melhor tempo da vida”, disse o velocista do Flamengo, confiante para nadar a principal competição de clubes do País e seletiva olímpica. Cielo também vai estrear o traje da Arena que usará na Olimpíada. O Maria Lenk segue até sábado (28/4) e Cielo ainda nada os 100 m livre e, provavelmente, os revezamentos 4×50 m e 4×100 m, no estilo livre, e 4×100 m medley, pelo Flamengo (os técnicos ainda vão definir a escalação). O Maria Lenk vai ser um teste para o treinamento e pode servir para dar ainda mais confiança para os Jogos de Londres. “Vou tentar confirmar o meu status de favorito nesta competição. Diria que estou com 99% da melhor forma. A diferença para Londres é que devo descansar um pouquinho mais e vou estar raspado. Além de representar bem o Flamengo, a ideia é fazer, com os 99%, o melhor tempo da vida, para sentir que, com os 100%, quando chegar a hora, vai ser melhor ainda”, observou. “Acho que vamos colocar em teste tudo o que fizemos, do treino em altitude, no México, até a qualidade técnica, o trabalho do staff do PRO 16. É ano olímpico, especial, temos treinado muito. Hora de testar tudo isso. Os sete estão bem, todos treinaram muito, está todo mundo dormindo cedo, com o foco em alta”, disse. Cielo nadou os 50 m livre duas vezes nesta temporada, no Grand Prix do Missouri e no Sul-Americano de Belém, com os tempos de 22s13 e 21s85, respectivamente, ‘pesado’ e numa fase diferente da preparação. Ocupa o terceiro lugar do ranking mundial (21s85), depois do australiano James Magnussen (21s74) e do russo Andrey Grechin (21s82). O técnico de Cielo, Alberto Silva, que comanda a Projeto Rumo ao Ouro em 2016, o PRO 16, confirma que Cielo pode ser rápido na competição. “Ele ainda vai ter um porcentual de 5 a 10% para melhorar até a Olimpíada. Mas já pode conseguir tempos bem significativos”, disse Albertinho. Na porta da geladeira Cesar Cielo ainda informou que os treinamentos com o PRO 16 têm ditado um ritmo muito forte na preparação para a Olimpíada, cercado de cuidados. Disse, ainda, que ele e os companheiros de PRO16, a maioria nadadores do Flamengo, fizeram um pacto para “andar na linha” por resultados, baseados em cinco pilares: comprometimento, excelência, positividade, ambição e perfeição. O técnico Albertinho até tatuou as palavras no braço. “São valores do grupo. Todo mundo pensa antes de sair fazendo as coisas….Ir a um restaurante e ficar até 1 hora? Melhor não… Aí, vem na cabeça: ‘excelência’. Deixei um bilhetinho ‘excelência’ na porta da geladeira”, disse Cielo, explicando que não come açúcar ou gordura e que todos os seis companheiros do PRO 16 têm feito o mesmo. “Vocês vão se surpreender como estão todos fortes, em forma.” Cielo vai defender um Flamengo forte este ano. O clube, que tem Leonardo de Deus, Henrique Barbosa, Nicholas dos Santos e Joanna Maranhão, entre outros, ganhou o reforço da espanhola Miréia Belmonte e da americana Eugene Godsoe. Cesar Cielo é atleta do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel, Correios, Audi, Gatorade e Arena.