Cesar Cielo volta a quebrar recorde sul-americano nos 100 m livre

Nadador do Flamengo melhora ainda mais a marca obtida nas semifinais ao fazer a distância em 45s87, neste sábado
Rio de Janeiro – O nadador Cesar Cielo voltou a quebrar o recorde sul-americano nos 100 metros livre em piscina curta, neste sábado (25/9), no Troféu José Finkel, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio. Cielo venceu a prova em 45s87, baixando o próprio recorde do dia anterior, de 46s13, estabelecido nas semifinais. Nas eliminatórias da distância, Cielo havia melhorado em meio segundo sua melhor marca (47s00) e batido o recorde do campeonato, que era de Gustavo Borges, de 1998 (47s14). Nicolas Oliveira ficou em segundo (47s24) e Nicholas dos Santos em terceiro (47s35). “Queria muito fazer um 45 segundos, mas não coloquei pressão. Sempre nadei bem em piscina curta. Meus recordes em jardas (do NCAA, quando nadou pela Universidade de Auburn) sobreviveram aos maiôs tecnológicos. Eu sei que, se estiver bem, em piscina curta sempre posso brigar pela medalha de ouro”, disse Cielo, que estava cansado após a prova. “Acho que seria preciso repensar essa ordem das provas (os 100 metros foram a primeira disputa do dia), não colocar provas de velocidade no início do programa. O corpo não está esperando um choque desses. Depois, vai chegando o fim da semana e o corpo está pesando cada vez mais.” Cesar Cielo voltou à piscina para nadar as semifinais dos 50 m borboleta de sunga, como havia feito nas eliminatórias. E, mais uma vez, fez o melhor tempo: 23s09. Glauber Henrique Silva nadou a prova em 23s11, mesmo tempo de Kaio Márcio Almeida. “Deu certo ontem (sobre a sunga). Soltei um pouco após os 100 m livre para me preparar, mas ainda assim estou com a coxa dolorida (do esforço). Na final dos 50 m borboleta, já que quebrei todas as barreiras aqui, quem sabe não dê para fazer 22 segundos? Até brinquei com o Kaio Márcio, já que todas as barreiras caíram….”, disse Cielo. A final dos 50 m borboleta será neste domingo, último dia de competições, num programa de provas que terá início às 10 horas. Nos 50 m peito, Henrique Barbosa, companheiro de Cesar Cielo no Flamengo, errou na virada e não foi ao pódio – terminou em quarto, com27s21. Felipe França venceu a distância com 26s27, com João Luiz Júnior em segundo (26s89) e Felipe Lima em terceiro (27s11). Mas Henrique ficou com o índice nos 100 m peito para ir ao Mundial de Dubai em piscina curta, em dezembro. Ainda não confirmou participação, mas no dia 8 segue para a China para a disputa de mais uma etapa da Copa do Mundo em piscina curta. “Vou nadar minhas três provas, os 50 m, 100 m e 200 m peito. Por enquanto, é o que programei fazer”, informou Henrique. A disputa da série forte do revezamento 4×100 m livre ainda colocou o Flamengo no pódio – o time havia disputado a série fraca, na sexta-feira, e ficou esperando os adversários nadarem. O Pinheiros ficou em primeiro, com 3min10s52, seguido pelo Flamengo (com Thiago Sickert, Cesar Cielo, Nicholas dos Santos e Gustavo Chagas), com 3min11s94, e pela Unisanta 3min14s02. O Flamengo também ficou com a medalha de prata nos 50 m livre, com Cielo e Nicholas na equipe. Cesar Cielo é nadador do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel e Arena. Também do Flamengo, Nicholas dos Santos tem patrocínio da Speedo e Avanço e Henrique Barbosa, de Avanço.

Cesar Cielo nada de sunga para quebrar rotina

Nas eliminatórias dos 50 m borboleta, velocista fez o segundo tempo (23s11) e depois ajudou o revezamento 4×100 m livre do Flamengo a bater o recorde do campeonato
Rio de Janeiro – Cesar Cielo fez a natação voltar no tempo e, para quebrar a rotina da longa competição em piscina curta, nadou de sunga nas eliminatórias dos 50 m borboleta, nesta sexta-feira (24/9), no Troféu José Finkel, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro. Apesar disso, Cielo obteve o segundo tempo das eliminatórias, com 23s11. Gláuber Henrique Silva, com 22s98 (recorde do torneio), ficou com o melhor tempo entre os 16 classificados para as semifinais da distância, neste sábado (25/9), num programa de provas que começa às 10 horas. Pela manhã, de bermuda, Cielo bateu o recorde sul-americano dos 100 m livre (46s13), nas semifinais da prova. A decisão dos 100 m livre também será neste sábado. “Nadei de sunga até para sair um pouco da rotina. Não consegui descansar depois do almoço <i>(pela manhã, nadou os 100 m livre, com recorde sul-americano e o melhor tempo do ano no mundo)</i>, fiz um aquecimento leve… Não tenho pretensão nenhuma nessa prova. Estou nadando para ajudar o Flamengo a somar pontos”, afirmou Cielo. Nos 50 m borboleta, Cielo foi mais rápido que Nicholas dos Santos, o recordista sul-americano (22s16), e Kaio Márcio de Almeida – ambos fizeram 23s30 nas eliminatórias. Apesar disso, aponta os dois nadadores, seu companheiro de Flamengo Nicholas, e o adversário Kaio, do Fluminense, como os favoritos na prova. “Eles são os principais nomes. Apesar de ter ficado com o índice para o Mundial acho que isso vai durar pouco.” Pelos tempos das eliminatórias, Gláuber e Cielo são os que teriam vaga na seleção brasileira para o Mundial de Dubai, em piscina curta. Nicholas dos Santos disse que pode nadar mais rápido. “Soltei muito agora, pensando no revezamento (o Flamengo, com Nicholas e Cielo, faria a série fraca do 4×100 m livre). Não tem sido fácil todo dia nadando forte e forte. Mas acho que posso fazer 22.6, 22.7″, disse Nicholas. Recorde do torneio do 4×100 m De bermuda, Cesar Cielo voltou à piscina para nadar a série fraca do revezamento 4×100 m livre pelo Flamengo. Foi o segundo homem do grupo a cair na água, depois de Thiago Sickert. Nicholas dos Santos foi o terceiro homem e Gustavo Chagas fechou a prova. O tempo da equipe rubro-negra, 3min11s94, supera o recorde do torneio que pertencia ao Pinheiros, com 3min13s04. “Eu tinha dito ao Marcão (Marco Veiga, técnico do Flamengo) que com 3min10s daria o ouro ao time. Mas achei que nosso tempo seria mesmo 3min11s. Nadar vários 100 metros ao mesmo tempo é difícil e eu e o Nicholas estamos com a final dos 100 m livre na cabeça”, disse Cielo, observando que acredita em um pódio no revezamento. “Agora jogamos a responsabilidade para as outras equipes”, disse Cielo. O grupo vai esperar a disputa da série forte para saber se irá ao pódio (as medalhas serão definidas pelo tempo). Cesar Cielo é nadador do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel e Arena. Também do Flamengo, Nicholas dos Santos tem patrocínio da Speedo e Avanço.

Cesar Cielo bate tempo que era de Gustavo Borges no Troféu José Finkel

O nadador do Flamengo foi o mais rápido das eliminatórias dos 100 m livre (46s62) e terá a companhia de Nicholas dos Santos nas semifinais da distância
  Rio de Janeiro – Cesar Cielo fez o seu melhor tempo dos 100 m livre em piscina curta e bateu um recorde que tinha 12 anos e era de Gustavo Borges no Troféu José Finkel, nesta quinta-feira (23/9), no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio. Cielo deixou a piscina surpreso com o tempo de 46s62, à frente Marcelo de Chierighini (47s41) e de Nicolas Oliveira (47s82), entre os 16 classificados para as semifinais. Cielo tinha 47s00 cravados para os 100 m livre, obtido num Grand Prix da Itália, em 2007, quando foi convidado para nadar contra Filippo Magnini. Melhorou em meio segundo sua marca e bateu o recorde do campeonato, que era de Gustavo Borges, de 1998 (47s14). Cesar Cielo nadou na primeira de sete séries, com apenas três nadadores. “Bater uma marca que durava desde 1998 foi bem legal, bem melhor do que eu estava esperando. Achei que estava nadando para 48 segundos, mas acabei superando o melhor tempo da minha vida por meio segundo de vantagem”, observou Cielo. “Dei uma relaxada. Disse para o Marcão <i>(o técnico Marco Veiga)</i>, que tentaria nadar sem emoção, sem colocar muito sentimento.” Cielo acha que também foi beneficiado por ter nadado em uma série com apenas três competidores. “Era menos onda”, observou. Nicholas dos Santos também se classificou para as semifinais dos 100 m livre, com 48s16. Nos 50 m peito, Henrique Barbosa, que sofreu com um mal-estar estomacal, nadou apenas para se classificar para as semifinais dos 50 m peito (27s78). As semifinais serão nesta sexta-feira (24/9), num programa de provas que terá início às 10 horas.

Cesar Cielo faz melhor tempo sem os trajes nos 50 m livre em piscina curta

Campeão olímpico e mundial vence a prova no Troféu José Finkel, em dobradinha com Nicholas dos Santos, que comemora índice para o Mundial
Rio de Janeiro – Cesar Cielo comemorou o melhor resultado de sua carreira para os 50 m livre, em piscina curta, nesta quarta-feira (22/9), no Troféu José Finkel, o equivalente ao Campeonato Brasileiro, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio. Cielo fez 20s80, novo recorde do campeonato e o tempo mais rápido do mundo sem os maiôs tecnológicos – o sueco Stefan Nystrand tinha a marca de 20s93, obtida na etapa de Berlim da Copa do Mundo, em novembro de 2007. Cielo ainda comemorou a dobradinha com Nicholas dos Santos no pódio, pelo Flamengo, e o resultado do companheiro. Nicholas ficou com a medalha de prata nos 50 m livre e o tempo de 21s61, índice para o Mundial de Dubai em Piscina Curta, em dezembro. Cielo deixou a piscina contente com o resultado, obtido em fim de temporada. “Era o que eu tinha. Não poderia ser melhor mesmo, dei o que eu pude neste momento do ano, em que a concentração para os campeonatos fica muito difícil. Bom, tudo também ajudou, o clima (sol e calor) e o estímulo das competições de clube. Isso me passou uma energia bem positiva. E fazer um tempo melhor que o do Nystrand foi ótimo. É o recorde sem os maiôs”, afirmou Cesar Cielo. Disse, ainda, que a natação já está acostumada com a ausência de público, mas espera que sábado e domingo as arquibancadas do Parque Aquático Maria Lenk estejam lotadas. Cielo ainda comentou o resultado do companheiro de clube e de treinos, Nicholas dos Santos. “Foi muito bom que o Nicholas pegou a vaga para o Mundial. Fiquei contente de ver o ´Nicolau´ conseguindo o índice. Vamos treinar juntos”, disse Cielo. Ambos ainda não decidiram se vão ao Mundial de Dubai, em dezembro. “Agora, vou tirar férias, descansar um pouco assim que o campeonato acabar e depois decido, mas minha prioridade é piscina longa.” Nicholas, que nadou 21s71 nas semiifnais, baixou o tempo para 21s61 na decisão e tirou o lugar que era de Bruno Fratus na seleção (o nadador tinhaa marca de 21s64, conseguida nas eliminatórias do Finkel). Bruno ficou com a medalha de bonze, com 21s65. “Achei que dava, sim. Imprimi o mesmo ritmo das semifinais, mas não respirei. O tempo não é bom, mas fiquei com a vaga. Agora, vamos pensar o que fazer em relação ao Mundial. Foi uma temporada pesada em termos de número de competições, com Mundial Militar e Pan-Pacífico.” Mais perto da vaga para o Mundial Henrique Barbosa se classificou para a decisão dos 100 m peito com o melhor tempo das semifinais desta quarta-feira (22/9): 58s21. E tomou temporariamente o lugar que era de Tales Cerdeira na seleção que vai ao Mundial. “Eu queria um 57 segundos, mas nadei bem tranquilo. No dia das eliminatórias, nadei a final dos 200 m peito, senti o desgaste. Agora, vou conseguir descansar e amanhã vou nadar para melhorar isso. Quem sabe não posso bater o França?”, disse Henrique, referindo-se a Felipe França, que tem o melhor tempo nos 100 m peito na lista dos que vão ao Mundial de Dubai em Piscina Curta. Henrique destacou a competitividade, não só no mundo, mas também no Brasil, que vem marcando o estilo peito. “Antigamente, o peito era o nado mais fraco do Brasil, mas desde a seletiva olímpica, quando quatro nadadores fizeram índice, isso virou rotina. Foi assim para o Mundial e o Pan-Pacífico. Era o mais fraco, mas hoje, se a molecada escolher peito, vai ter de nadar muito.” Cesar Cielo é nadador do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel e Arena. Também do Flamengo, Nicholas dos Santos tem patrocínio da Speedo e Avanço e Henrique Barbosa de Avanço.

Cesar Cielo faz melhor tempo sem os trajes nos 50 m livre em piscina curta

Campeão olímpico e mundial vence a prova no Troféu José Finkel, em dobradinha com Nicholas dos Santos, que comemora índice para o Mundial
Rio de Janeiro – Cesar Cielo comemorou o melhor resultado de sua carreira para os 50 m livre, em piscina curta, nesta quarta-feira (22/9), no Troféu José Finkel, o equivalente ao Campeonato Brasileiro, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio. Cielo fez 20s80, novo recorde do campeonato e o tempo mais rápido do mundo sem os maiôs tecnológicos – o sueco Stefan Nystrand tinha a marca de 20s93, obtida na etapa de Berlim da Copa do Mundo, em novembro de 2007. Cielo ainda comemorou a dobradinha com Nicholas dos Santos no pódio, pelo Flamengo, e o resultado do companheiro. Nicholas ficou com a medalha de prata nos 50 m livre e o tempo de 21s61, índice para o Mundial de Dubai em Piscina Curta, em dezembro. Cielo deixou a piscina contente com o resultado, obtido em fim de temporada. “Era o que eu tinha. Não poderia ser melhor mesmo, dei o que eu pude neste momento do ano, em que a concentração para os campeonatos fica muito difícil. Bom, tudo também ajudou, o clima (sol e calor) e o estímulo das competições de clube. Isso me passou uma energia bem positiva. E fazer um tempo melhor que o do Nystrand foi ótimo. É o recorde sem os maiôs”, afirmou Cesar Cielo. Disse, ainda, que a natação já está acostumada com a ausência de público, mas espera que sábado e domingo as arquibancadas do Parque Aquático Maria Lenk estejam lotadas. Cielo ainda comentou o resultado do companheiro de clube e de treinos, Nicholas dos Santos. “Foi muito bom que o Nicholas pegou a vaga para o Mundial. Fiquei contente de ver o ´Nicolau´ conseguindo o índice. Vamos treinar juntos”, disse Cielo. Ambos ainda não decidiram se vão ao Mundial de Dubai, em dezembro. “Agora, vou tirar férias, descansar um pouco assim que o campeonato acabar e depois decido, mas minha prioridade é piscina longa.” Nicholas, que nadou 21s71 nas semiifnais, baixou o tempo para 21s61 na decisão e tirou o lugar que era de Bruno Fratus na seleção (o nadador tinhaa marca de 21s64, conseguida nas eliminatórias do Finkel). Bruno ficou com a medalha de bonze, com 21s65. “Achei que dava, sim. Imprimi o mesmo ritmo das semifinais, mas não respirei. O tempo não é bom, mas fiquei com a vaga. Agora, vamos pensar o que fazer em relação ao Mundial. Foi uma temporada pesada em termos de número de competições, com Mundial Militar e Pan-Pacífico.” Mais perto da vaga para o Mundial Henrique Barbosa se classificou para a decisão dos 100 m peito com o melhor tempo das semifinais desta quarta-feira (22/9): 58s21. E tomou temporariamente o lugar que era de Tales Cerdeira na seleção que vai ao Mundial. “Eu queria um 57 segundos, mas nadei bem tranquilo. No dia das eliminatórias, nadei a final dos 200 m peito, senti o desgaste. Agora, vou conseguir descansar e amanhã vou nadar para melhorar isso. Quem sabe não posso bater o França?”, disse Henrique, referindo-se a Felipe França, que tem o melhor tempo nos 100 m peito na lista dos que vão ao Mundial de Dubai em Piscina Curta. Henrique destacou a competitividade, não só no mundo, mas também no Brasil, que vem marcando o estilo peito. “Antigamente, o peito era o nado mais fraco do Brasil, mas desde a seletiva olímpica, quando quatro nadadores fizeram índice, isso virou rotina. Foi assim para o Mundial e o Pan-Pacífico. Era o mais fraco, mas hoje, se a molecada escolher peito, vai ter de nadar muito.” Cesar Cielo é nadador do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel e Arena. Também do Flamengo, Nicholas dos Santos tem patrocínio da Speedo e Avanço e Henrique Barbosa de Avanço.

Cesar Cielo crava 21 s e vai à final dos 50 m livre com o recorde do Finkel

O campeão mundial e olímpico da distância se classificou para a decisão com o melhor tempo da carreira para a prova mais rápida da natação, em piscina curta
Rio de Janeiro – O campeão olímpico e mundial Cesar Cielo voltou a quebrar o recorde do Troféu José Finkel, o Brasileiro de natação em piscina curta, nos 50 m livre ao cravar 21s00 na disputa das semifinais, nesta terça-feira (21/9), no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro. Cielo, que nada pelo Flamengo, já havia quebrado o recorde do campeonato nas eliminatórias, segunda-feira, com 21s44. A marca anterior pertencia a Fernando Scherer, o Xuxa, desde 1998. A decisão de medalhas nos 50 m livre será nesta quarta-feira, num programa de provas que terá início às 10 horas. “Gostei bastante do tempo, foi bom. Mas vamos ver se faço um 20s99 na final, só para quebrar essa barreira dos 21. O que eu queria mesmo era igualar o meu tempo em piscina longa <i>(20s91, recorde mundial, com trajes tecnológicos)</i>, mas baixar um centésimo de segundo já está bom. Foi importante para dar confiança. Mas esse é um momento em que tudo fica bem cansativo por causa da temporada em longa. E estou nadando mais relaxado, deixando fluir… Está dando certo”, afirmou Cielo. O velocista, que não disputava um Finkel em piscina curta desde 2008, disse que seu objetivo na competição é somar pontos para o Flamengo. “Vim para defender o meu clube da melhor forma possível.” Além dos 50 m livre, a programação de Cielo no Finkel inclui os 100 m livre, os 50 m borboleta e os revezamentos 4×50 m livre (que já nadou), 4×100 m livre e 4×100 m medley. Nicholas dos Santos, passou para a final dos 50 m livre com 21s71, fez o índice para o Mundial de Dubai em Piscina Curta (21s72), em dezembro, mas ainda não assegurou presença na seleção – tem de bater o tempo de Bruno Fratus (21s64). Cielo (21s00) tem vaga garantida e apenas dois atletas por prova irão ao Mundial. “Ainda respirei uma vez, na volta. Na final, não vou respirar. Vou brigar pela vaga”, disse Nicholas, recordista sul-americano em piscina curta (20s74). “A temporada foi longa, com o Pan-Pacífico, o Mundial Militar e agora as provas em piscina curta”, acrescentou. Pódio no revezamento Os nadadores do Flamengo apenas assistiram ao revezamento 4×50 m livre nesta terça-feira – ficaram esperando a disputa da série forte para saber se iriam ao pódio. Nadando a série fraca, na segunda-feira, a equipe – com Cesar Cielo, Nicholas dos Santos, Thiago Sickert e Fred Veloso Castro – havia estabelecido novo recorde sul-americano, com 1min26s52. O Pinheiros, conhecendo o resultado do dia anterior, nadou ainda mais rápido para ficar com o ouro, com 1min25s86. O Flamengo levou a medalha de prata, com a Unisul em terceiro (1min28s60). “Estamos precisando de um quarto homem especialista na distância. Mas o segundo lugar, nadando separado na série fraca, foi bem bom. Para o ano que vem podemos construir uma equipe um pouco mais sólida para o revezamento e o Flamengo não vai mais nadar a série fraca”, disse Cielo. Henrique ganha bronze nos 200 m peito Henrique Barbosa, companheiro de Cesar Cielo no Flamengo, ficou com a medalha de bronze nos 200 m peito (2min06s65), atrás de Felipe França (2min05s61) e de Tales Cerdeira (2min05s67). “Tenho de dar os parabéns ao França, que na curta nada melhor do que eu. Mas estou a dois centésimos de segundo da vaga nos 100 m peito e vou brigar por isso”, disse Henrique, que tem 58s40, atrás de Tales Cerdeira, com 58s38. Cesar Cielo é nadador do Flamengo e tem patrocínio de Avanço, Embratel e Arena. Também do Flamengo, Nicholas dos Santos tem patrocínio da Speedo e Avanço e Henrique Barbosa de Avanço.

Cesar Cielo ajuda Flamengo a bater recorde sul-americano do 4×50 m livre

Campeão olímpico também passou à semifinal dos 50 m livre com 21s44, igualando o recorde de campeonato que era de Fernando Scherer, o Xuxa, há 12 anos
Rio de Janeiro – A estreia do campeão olímpico e mundial Cesar Cielo no Troféu José Finkel, o brasileiro em piscina curta (25 metros), foi além da expectativa, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio. Além de passar pelas eliminatórias dos 50 m livre, com recorde do campeonato (21s44), Cielo ajudou o Flamengo a estabelecer novo recorde sul-americano no revezamento 4×50 m livre. O time nadou a série fraca – Cielo teve os companheiros Thiago Sickert, Nicholas dos Santos e Fred Veloso Castro – em 1min26s52. O recorde anterior, de 1min26s68, havia sido estabelecido pelo Pinheiros, em 2005 – a marca do Flamengo passa a ser do Brasil, já que a equipe não tinha estrangeiros. “Não queríamos deixar acontecer o mesmo que no Maria Lenk, quando perdemos o título por um pouquinho. Pódio vai ser, só não sei se ouro. Agora, a pressão está com as outras equipes. Nós só vamos esperar”, observou Cielo, referindo-se à disputa da série forte, marcada para esta terça-feira, num programa de provas que terá início às 10 horas. Nicholas dos Santos observou que o entrosamento do grupo melhorou em relação ao Maria Lenk e que os meninos se sentem motivados por estarem nadando ao lado de Cesar Cielo. “É legal podermos passar nossa experiência a eles”, acentou Nicholas, que também gostou do tempo e aposta em medalha. Cielo também foi o primeiro nas eliminatórias dos 50 m livre, com 21s44, igualando o recorde da competição de Fernando Scherer, o Xuxa, estabelecido em 18 de dezembro de 1998. Cielo compete pelo Flamengo e Xuxa também era do clube carioca quando fez a marca. “A marca não foi boa, mas nadei displicente, respirei quatro vezes. Estava mesmo me guardando para o revezamento. Foi o melhor que podia sair. Não estou botando pressão de tempo, mas acho que dá para fazer 21s1, 21s2. Que ótimo se eu fizesse 20s.” O segundo melhor das eliminatórias dos 50 m livre foi Bruno Fratus (21s64), seguido por Nicholas dos Santos (21s75). O índice para o Mundial em Piscina Curta, que será em Dubai, em dezembro, é de 21s72, mas agora Nicholas terá de brigar para baixar o tempo de Bruno Fratus (21s64), uma vez que apenas os dois melhores asseguram vaga na seleção brasileira. “Na final, quarta-feira, espero nadar mais rápido. Vou estar raspado e pronto para brigar”, disse Nicholas. A semifinal dos 50 m livre será nesta terça-feira (21/9), também no programa de provas na manhã. A decisão de medalhas será na quarta-feira (22/9) pela manhã. Henrique quer índice nos 100 m e nos 200 m peito Henrique Barbosa terá uma jornada dura pela frente no programa de provas do Troféu José Finkel nesta terça-feira (21/9) – nadará a final dos 200 m peito pela manhã e as eliminatórias dos 100 m peito à tarde. Henrique tem índice para o Mundial de Dubai em Piscina Curta nas duas provas, mas precisa ser o primeiro ou o segundo melhor para assegurar vaga na seleção. Nos 200 m peito é o segundo, nos 100 m peito está atrás de Felipe França e Tales Cerdeira. “Vai ser duro nadar as duas provas no mesmo dia, mas estou sempre tentando abaixar as minhas marcas e vou brigar para garantir classificação ao Mundial no 50, 100 e 200 m peito e no revezamento 4×100 m medley.” Nas eliminatórias desta segunda-feira (20/9), Henrique ficou em segundo, com 2min10s80, atrás de Gabriel Souza (2min11s32). Cesar Cielo é nadador do Flamengo e tem patrocínios de Avanço, Embratel e Arena. Também do Flamengo, Nicholas dos Santos tem patrocínios da Speedo e Avanço e Henrique Barbosa de Avanço.

Cesar Cielo nada Finkel por pontos para o Flamengo

Campeão mundial e olímpico é a principal atração do Brasileiro em piscina curta, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro
São Paulo – O campeão olímpico e mundial Cesar Cielo será a principal atração do Campeonato Brasileiro Absoluto – Troféu José Finkel de Natação, a competição brasileira por clubes em piscina curta (25 metros). Cielo, de 23 anos, está desgastado pela temporada em piscina longa, concluída com a disputa do Pan-Pacífico de Irvine, em agosto, e não tem objetivo de marcas nas provas que vai nadar durante a competição, de segunda-feira (20/9) a domingo (26/9), no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro. A meta principal de Cielo é somar pontos para o seu clube, o Flamengo, e ajudar a equipe a melhorar a quinta colocação obtida no Troféu Maria Lenk, o Brasileiro em piscina longa, em maio. O torneio terá 430 atletas de 43 clubes. Pinheiros e Flamengo, com 12 títulos cada, estão empatados como os maiores ganhadores da história da competição, que teve início em 1972. O Flamengo teve o seu maior número de vitórias na década de 80 (1980 a 87) e, com a contratação de Cesar Cielo, Nicholas dos Santos e Henrique Barbosa, tem o projeto de voltar a ter um time forte, sob o comando do técnico Marco Veiga, o Marcão. O Finkel também é a última oportunidade para os atletas conseguirem índices para o Mundial em Piscina de 25 metros, em Dubai, em dezembro. Cielo vai nadar os 50 metros borboleta, os 50 m e os 100 m livre, e os revezamentos 4×50 m livre, 4×100 m livre e 4×100 m medley. “Expectativa de resultados? Está na mão de Deus. Não posso ter expectativas de marcas nesta fase do ano. E, na verdade, nem de medalhas. Mas o que eu vou fazer mesmo é tentar pontuar o máximo que eu puder para o Flamengo”, disse Cielo, que nada pelo seu clube, no Rio, pela primeira vez. Disputou o Maria Lenk, em maio, mas a competição foi em Santos. Há cerca de dez dias, disputou a Copa do Mundo, no Rio, mas pela seleção brasileira. O objetivo será brigar para subir de posição na briga por clubes. “Sabemos que o Pinheiros vai ganhar fácil. E que o Minas é um forte competidor. Mas o Flamengo pode, sim, subir. O clube está reforçado por duas estrangeiras, as americanas Jessica Hardy, especilista em livre e peito, e Kim Vandenberg, que faz os 100 e os 200 metros borboleta. Acho que o Flamengo pode melhorar em relação ao quinto lugar do Maria Lenk”, observou Cielo. O velocista Nicholas dos Santos, companheiro de Cielo, tem o mesmo objetivo: marcar o maior número de pontos possível para o Rubro-Negro. “Estamos empolgados com a possibilidade de levar o clube ao terceiro posto. É o objetivo do Marcão <i> (o técnico)</i>. Eu, pessoalmente, gostaria de obter o índice para o Mundial de Dubai nos 50 m livre. Fiz 21s76 <i>(na Copa do Mundo)</i> e o índice é 21s72. Quero ter o índice em todas as provas, mesmo não tendo decidido ainda se nado em Dubai.” Nicholas observou que a temporada foi “muito picada”, com a disputa do Pan-Pacífico e do Mundial Militar e agora do Mundial em Piscina Curta. As provas que abrem a competição, a partir das 18 horas, nesta segunda-feira (20/9): 200 m peito (Henrique Barbosa), 50m livre (Cesar Cielo e Nicholas dos Santos), 200 m costas, todas para mulheres e homens, e as séries fracas dos 800 m livre feminino,1.500 m livre masculino e 4×50 m livre feminino e masculino. Cesar Cielo é nadador do Flamengo e tem patrocínios de Avanço, Embratel e Arena.